As máscaras que usamos para sobreviver

Você já sentiu que precisa de uma versão diferente de si para cada ambiente que frequenta? Uma versão produtiva e inabalável para o trabalho. Uma versão compreensiva e sempre disponível para a família e amigos. Uma versão leve e perfeita para as redes sociais.
Na psicanálise, dizemos que essas máscaras são formas de proteção. Elas nos ajudam a transitar no mundo e a sermos aceitos pelo Outro.
O motivo de usarmos máscaras reflete uma dinâmica da nossa infância, quando precisávamos nos reduzir ou nos ajustar ao ambiente familiar, com o objetivo se sermos amados e pertencentes ao grupo. Fato é que essa dinâmica nos acompanha na vida adulta e pode gerar um grande esforço em assumir papéis que não mais nos representam.
O problema não é usar máscaras, mas quando nos esquecemos de quem está por trás delas e o quanto de esforço em usá-las gera angústia e cansaço em determinadas situações.
O que te falta para se desvencilhar das expectativas alheias e começar a escutar a própria voz e não o barulho do que "deveríamos" ser? Qual versão tem sido a mais pesada de carregar ultimamente?




Neste perfil, exploramos temas como saúde mental, psicanálise clínica e a pressão por performance social. Se você sente o peso do esgotamento emocional ou busca entender melhor sua autenticidade, este espaço é para você



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